Imaginação, Sentimento e Ressignificação

Olá, tudo bem por aí?

Você já parou pra pensar que o nosso cérebro não distingue realidade de imaginação? Pois é — quando você escuta a palavra “maçã”, sua mente aciona as mesmas áreas que seriam ativadas se você estivesse segurando uma maçã de verdade. Incrível, né?

Agora pense comigo: se ao imaginar sentimos, então ao relembrar… ressentimos. Isso significa que reviver experiências difíceis pode nos fazer sentir tudo de novo — como se estivéssemos lá. E o corpo, coitado, não sabe que é só memória.

É por isso que hoje trago uma proposta: vamos ressignificar?

Existem muitos caminhos possíveis. Cada pessoa encontra o seu. Mas eu gosto de imaginar que as situações que vivemos têm um propósito, e que as pessoas envolvidas são como atores num cenário de aprendizado. Quando enxergo desse jeito, tudo ganha contornos mais suaves. A dor não desaparece, mas a compreensão toma espaço.

Ressignificar não é esquecer — é transformar. É dar outro significado àquilo que antes nos machucava. É permitir que a experiência deixe de ser um peso e se torne parte do nosso crescimento.

Que tal fazer esse exercício hoje? Escolher uma memória, olhar pra ela com gentileza, e perguntar: “o que isso veio me ensinar?”

Talvez a resposta te surpreenda. 💫


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